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terça-feira, 31 de março de 2015

Círculos fechados

É preciso saber sempre quando se acaba uma etapa da vida. Se insistirmos em permanecer nela, depois do tempo necessário, perderemos a alegria e o sentido do resto.
 
Fechando círculos, fechando portas ou fechando capítulos, como queira chamar, o importante é poder fechá-los, deixar ir momentos da vida que se vão enclausurando.
 
Terminou seu trabalho? Acabou relação? Já não mora mais nessa casa? Deve viajar?  A amizade acabou?
 
Você pode passar muito tempo do seu presente dando voltas ao passado, tentando modificá-lo.
 
O desgaste será infinito, porque na vida, você, seus amigos, filhos, irmãos, todos estamos destinados a fechar capítulos, virar páginas, terminar etapas ou momentos da vida, e seguir adiante.
Não podemos estar no presente sentindo falta do passado.
O que aconteceu, aconteceu.Não podemos ser filhos eternamente, nem adolescentes eternos, nem empregados de empresas inexistentes, nem ter vínculos com quem não quer estar vinculado á nós.
Os acontecimentos e as pessoas passam por nossas vidas e temos que deixá-los ir! Por isso ás vezes é tão importante esquecer-se de lembrar, trocar de casa, rasgar papéis, jogar fora presentes desbotados, dar ou vender livros...
Na vida ninguém joga com cartas marcadas, e a gente tem que aprender a perder e a ganhar.
O passado passou: não espere que o devolvam.Também não espere reconhecimento, ou que saibam quem você é.
A vida segue para frente, nunca para trás. Se você anda pela vida deixando portas “abertas”, nunca poderá desprender-se, nem viver o hoje com satisfação.
Casamentos, namoros ou amizades que não se fecham possibilidades de “regresso”  (a quê?) necessidade de esclarecimentos, palavras que não foram ditas, silêncios...
Fazer a faxina emocional e arrumar espaço nas gavetas do futuro para o novo. Não por orgulho ou soberba, mas porque você já não se encaixa ali, naquele lugar, naquele coração, naquela casa, naquele escritório, naquele cargo...
Você já não é o mesmo.  Portanto, nada tem que voltar. Feche a porta, vire a página, feche o círculo! Você nunca será o mesmo, e nem o mundo á sua volta, porque a vida não é estática.
Faz bem á saúde mental cultivar o amor por você mesmo, desprender-se do que já não estar em sua vida.
É um trabalho pessoal aprender a viver com o que dói deixar-se ir e aprender a desprender-se.
E isso o ajudará definitivamente a seguir para frente com tranquilidade.
Essa é a vida que todos precisamos aprender a viver...
Ro Luggeri
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 
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terça-feira, 24 de março de 2015

Organização sempre!!

Sempre gostei a tudo o que se refere a “Organização e Métodos”.
Aprender é sempre muito bom, principalmente quando se gosta do assunto. Que é o meu caso.
Desde criança gostei de tudo nos seus lugares.
Digo que era a “copeira” da casa dos meus pais. Todos os dias, arrumava a casa, encerava o piso que tinha tacos. (ainda passando cera no chão e depois a enceradeira).
 
Mês passado, resolvi fazer um curso: “Organize e Simplifique; Simplifique Sua Vida Pessoal e Residencial”, onde foi falado muito sobre o desapego, que o mínimo é mais, só guardar o que se usa, ter só o necessário....
No mesmo dia do curso, já cheguei em casa à noite e fui vendo bolsas e sapatos.
Tirei várias peças.
No dia seguinte, a faxina continuou.
Achava não ter nada supérfluo ou sem uso, mas consegui descartar muitas coisas.
Tirei um saco enorme de papeis, caixas, etc.
Fiquei das 8h às 14h neste trabalho. Cansei muito, mas o resultado valeu.
Nunca me apeguei a nada material. Daí fica mais fácil deixar tudo em ordem.
Quando se entulha muito uma casa, ela vai ficando menor em espaço. Gosto de espaço, de poder transitar bem dentro de casa.
Nessas arrumações, sempre passo para frente às coisas que não quero mais.
E com isso deixo muitas pessoas felizes. O que não serve para mim serve para outras.
 
Neste mês, participei de outro curso.
Desta vez o assunto foi: “Guarda-roupa, tem solução”.
Esses cursos são ministrados pela personal organizer Fábia Vieira, que está no mercado local há 10 anos. Além de muito competente é uma simpatia.
Aprendi muitas coisas, aprimorei outras e enfim, adorei a expediência. Foi incrível e gratificante.
Estar com minha casa em ordem, me faz bem.
 Turma do curso do guarda-roupa

Professora de terninho
Ensinando a dobrar uma camiseta

terça-feira, 17 de março de 2015

Reflexão

Todos os anos, há um momento em que olhamos nossos armários com um olhar crítico. Olhamos aquelas roupas que não usamos há tanto tempo.
Aquelas que tiramos do cabide de vez em quando, vestimos, olhamos no espelho, confirmamos mais uma vez que não gostamos e guardamos de volta no armário. 
Aquele sapato que machuca os pés, mas insistimos em mantê-lo guardado.
Há ainda aquele terno caro, mas que o paletó não cai bem, ou o vestido “espetacular” ganho de presente de alguém que amamos, mas que não combina conosco e nunca usamos. Às vezes tiramos alguma coisa e damos para alguém, mas a maior parte fica lá, guardada sabe-se lá porquê.
 Um dia alguém me disse: tudo o que não lhe serve mais e você mantém guardado, só lhe traz energias negativas. Livre-se de tudo o que não usa e verá como lhe fará bem.
Acontece que nosso guarda-roupa não é o único lugar da vida onde guardamos coisas que não nos servem mais.Você tem um guarda-roupa desses no interior da mente.
De uma olhada séria no que anda guardando lá.
Experimente esvaziar e fazer uma limpeza naquilo que não lhe serve mais. Jogue fora ideias, crenças, maneiras de viver ou experiências que não lhe acrescentam nada e lhe roubam energia.
Faça uma limpeza nas amizades, aqueles amigos cujos interesses não têm mais nada a ver com os seus.
 Aproveite e tire de seu “armário” aquelas pessoas negativas, tóxicas, sem entusiasmo, que tentam lhe arrastar para o fundo dos seus próprios poços de tristezas, ressentimentos, mágoas e sofrimento.A insegurança dessas pessoas faz com que busquem outras para lhes fazer companhia, e lá vai você junto com elas.
 Junte-se a pessoas entusiasmadas que o apoiem em seus sonhos e projetos pessoais e profissionais. Não espere um momento certo, ou mesmo o final do ano, para fazer essa “faxina interior”.
Comece agora e experimente aquele sentimento gostoso de liberdade.
Liberdade de não ter de guardar o que não lhe serve. Liberdade de experimentar o desapego. Liberdade de saber que mudou, mudou para melhor .E que só usa as coisas que verdadeiramente lhe servem e fazem bem.

terça-feira, 10 de março de 2015

Agradecimento

Ultimamente, tenho feito alguns bolos para presentear.
De um modo geral, as pessoas gostam muito.
São bolos simples.
Desta vez, fiz um, para uma pessoa que me fez um favorzinho, há poucos dias.
Bolo de chocolate que tanto gosto.
Esta receita, ganhei de uma colega de trabalho, que na época, fazia almoços/jantares para fora.
É o tipo do bolo gostoso para se lanchar ou comer juntamente com um cafezinho.
Bem fácil de fazer.
Nem precisa dizer que a pessoa adorou ao receber.
E eu, mais ainda.
 
RECEITA
4 ovos
2 xicaras de açúcar (coloquei uma de açúcar mascavo)
1 xícara com farinha de trigo
1 xícara com chocolate em pó
1 pacote pequeno de coco ralado
1 vidro pequeno de leite de coco
2 colheres de sopa de manteiga
1 colherinha de fermento em pó
 
PREPARO
Bata as claras em neve e reserve.
Separado, bata muito bem o açúcar, as gemas, a manteiga.
Depois, põe o coco ralado e bate mais.
Em seguida, junta-se o chocolate em pó, a farinha de trigo e vai alternando com o leite de coco.
Acrescenta-se o fermento.
Por último, junta as claras em neve e mistura-se delicadamente.
Forma untada e polvilhada.
Em torno de 30 minutos no forno médio.
 
Vejam algumas fotos do preparo:
 Açúcar mascavo, açúcar cristal e manteiga.
 Aqui, a farinha de trigo e o chocolate em pó


 Por ultimo, as claras em neve
Esqueci de tirar foto do bolo assado, mas posso garantir que ficou lindão.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Arte de não adoecer

Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”.
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna…

Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer.
Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados, com pessoas certas.
O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.

Se não quiser adoecer – “Tome decisão
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia.

A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões.
Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros.
As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer – “Busque soluções
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.


Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro.

Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer – “Aceite-se
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.


Se não quiser adoecer – “Confie”
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.


Se não quiser adoecer – “Não viva sempre triste
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa.

A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. “O bom humor nos salva das mãos do doutor”.
Alegria é saúde e terapia. “
 
Por Dr. Dráuzio Varella
 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Meu Carnaval

Meu carnaval foi muito bom, felizmente.
Achava que ficaria em casa, mas de última hora, deu certo passar esses dias, num sítio do meu cunhado.
Adoro estar lá.
Por quê?
Além de o local ser mais ou menos perto (se gasta uns 40 minutos para chegar lá), é bonito, tem muita paz, sem falar na convivência com parte da família que é sempre maravilhosa.
Só tem uma coisa ruim. Tem comida demais. Tudo muito delicioso e em muita quantidade. Peco por gula. Verdade!!
Nem vale a pena escrever muito. Basta verem as fotos para tirar suas deduções do que escrevo aqui. 






E para melhorar (ou piorar para quem quer fazer regime, como eu), desta vez, teve o chá da tarde, às 17h, todos os dias.

 Fotos do chá
 
Ah, nesses feriados, comecei a ler o livro da Danuza Leão intitulado “é tudo tão simples”.
Uma leitura fácil onde fala de etiqueta, de comportamento, de desapego, uso do celular, viagens, etc.
Dá ainda, dicas para as classes emergentes sobre o que levar na primeira viagem de avião, para o filho que quer contar para a família que é gay e para as mães que estão vivendo sua segunda juventude depois dos 40 anos. Danuza aposta num mundo sem ostentação e regras rígidas de etiqueta, em que, segundo ela, o chique é ser simples e de bem com a vida.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Bolo de banana

Hoje cheguei do trabalho com vontade de aproveitar umas bananas bem maduras que estavam na geladeira.
Daí resolvi fazer um bolo bem fácil e que já mostrei aqui em algum post.

Mas vou repetir a receita:

No liquidificador coloca-se:
1 xícara de óleo de boa qualidade
3 ovos inteiros
4 bananas
Coloquei ainda uma colherinha de baunilha líquida
Bate bem.

Depois mistura com:
2 xícaras de farinha de pão
2 xícaras de açúcar (coloquei uma delas de açúcar mascavo)
1 colherinha de fermento em pó.
 Aqui tem a farinha de pão e açúcares

Mistura bem e coloca na forma untada e polvilhada com açúcar e canela.
Coloquei pedacinhos de banana no meio da massa
Forno por mais ou menos 30 minutos.


Ficou bem fofinho

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Felicicdade das pessoas discretas

– Grande Sábio, qual a motivação de muita gente em querer exibir seu poder, sua influência, suas vitórias, sua erudição, sua sagacidade?
– Meu amigo, na vida moderna, tudo que as pessoas não querem ser é o que hoje se chama low profile.
 
Ao pé da letra, low profile significa “baixo perfil”.
É a pessoa que não expõe suas qualidades, não faz marketing pessoal, não faz questão de popularidade, não aparece, não se evidencia, passa des­percebida no meio em que vive.
– Mas, Grande Sábio, qual a vantagem de ser discreto?
– Bem, meu amigo, no fundo, o verdadeiro sábio é um low profile. Ele não quer visibilidade. Não busca fama nem prestígio. Não vê razão nenhuma para brigar por essas coisas, pois se propõe a realizar coisas diferentes da maioria das pessoas. Sua felicidade não está nos objetos exteriores; portanto, ele não precisa do reconhecimento de outros para se sentir importante e significativo.
 
– Como é a vida da pessoa que quer ser muito reconhecida e da pessoa sábia?
– As pessoas muito ativas e famosas normalmente têm uma vida tumultuada. Estão sempre cheias de compromissos, encontros sociais, prazos, ambições, responsabilidades, cobranças e vivem em função das expectativas alheias. Não são donas da própria vida. Estão sempre em evidência, agitadas, correndo de um lado para o outro, estressadas, irritadas, impacientes.
 
Já a pessoa sábia prefere a tranquilidade do anonimato, ser dona do seu tempo e da sua vida. Não quer ser escrava do dinheiro, do prestígio, da vida social, do cargo, do tempo, da pressão por cultura e informação. É uma pessoa discreta.
Na dela.
– Assim, meu amigo, a pessoa sábia tem tempo para se desenvolver internamente e ser feliz – sempre re­novada e completa.
 

Fonte: O caminho sábio. Roberto Otsu. Ed. Ágora (com adaptações) bem-estar@

 

sábado, 31 de janeiro de 2015

Esvaziar



Todos os anos, há um momento em que olhamos nos­sos armários com um olhar crítico. 
Olhamos aquelas roupas que não usamos há tanto tempo. 
Aquelas que tiramos do cabide de vez em quando, vestimos, olhamos no espelho, confirmamos mais uma vez que não gostamos e guardamos de volta no armário.
Aquele sapato que machuca os pés, mas insistimos em mantê-lo guardado. 
Há ainda aquele terno caro, mas que o paletó não cai bem, ou o vestido “espetacular”, que ganhamos de presente de alguém que amamos, mas que não combina conosco e nunca usamos. 
Às vezes, tiramos alguma coisa e damos para alguém, mas a maior parte fica lá, guardada sabe-se lá o porquê.

Um dia, alguém me disse para me livrar de tudo o que não uso e que isso me faria bem.
Acontece que nosso guarda-roupa não é o único lugar da vida onde guardamos coisas que não nos servem mais. 
Temos um guarda-roupa desses no interior da mente e po­demos dar uma olhada séria no que guardamos lá.
Experimente esvaziar e fazer uma limpeza naquilo que não lhe serve mais. 
Jogue fora ideias, crenças, maneiras de viver ou experiências que não lhe acrescentam nada e lhe roubam energia. Faça uma limpeza nas amizades, aqueles amigos cujos interesses não têm mais nada a ver com os seus.
Aproveite e tire do seu “armário” aquelas pessoas negativas, tóxicas, sem entusiasmo, que tentam lhe arrastar para o fundo dos seus próprios poços de tristezas, ressenti­mentos, mágoas e sofrimento. 
A insegurança dessas pessoas faz com que busquem outras para lhes fazer companhia, e lá vai você junto com elas.
Junte-se a pessoas entusiasmadas que o apoiem em seus sonhos e projetos pessoais e profissionais. 
Não espere um momento certo, ou mesmo o final do ano, para fazer essa “faxina interior”. 
Comece agora e experimente aquele sentimento gostoso de liberdade.
Liberdade de não ter de guardar o que não lhe serve. Liberdade de experimentar o desapego. 
Liberdade de saber que mudou, mudou para melhor, e que só usa as coisas que verdadeiramente lhe servem e fazem bem.

Fonte: internet. Enviada por Edeli Arnaldi e publicada por Wilson Meiler