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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Lanche com a prima

Tenho uma prima que mora em Campinas e ela resolveu vir passar um final de semana aqui, na minha cidade.

Um dos encontros que tivemos foi num lanche final de tarde, na casa da minha irmã caçula.
Dizer que foi muito bom já não é novidade, pois sempre é assim.....bom demais.
Vou escrever pouco e mostrar umas fotos, assim vocês terão noção de como foi.





quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Aniversario irmã caçula

Algumas pessoas que leem meu blog pensam que só vivo em festividades, encontros, passeios, etc. Não é bem assim.


Durante a semana, quando saio do trabalho, minha sina é correr para casa.
Amo meu quarto, meu aconchego. É onde me sinto bem.
Há poucos dias, foi o aniversário da minha irmã caçula.


Como ela não queria ter trabalho preferiu festejar num restaurante local chamado Dio Cucina.
É um restaurante para saborear o melhor da culinária italiana e degustar uma carta selecionada de vinhos com mais de 300 rótulos especiais.

A comida é sempre muito boa.

Nas minhas saídas aproveito sempre para tirar fotos já pensando em mostrar aqui e escrever mais um post.






Dio Cucina. Av. Sen. Virgilio Távora, 1727 - Fortaleza-CE

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Mãe desnecessária.

MÃE (DESNECESSÁRIA) - Marcia Neder

A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo.
Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase, e ela sempre me soou estranha.
Até agora. Agora, quando minha filha de quase 18 anos começa a dar vôos-solo.
Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos.
Uma batalha hercúlea, confesso.
Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara.
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada me acuse de desamor, explico o que significa isso.
Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também.
A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical.
A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho.
Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida.
Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo.
O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão.
Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar .
"Dê a quem você Ama :
- Asas para voar...
- Raízes para voltar... -
Motivos para ficar... "-

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Ano Novo

Já vinha me programando em passar o Ano Novo em casa. Vontade nenhuma de sair.

Mas, de ultima hora uma das minhas irmãs me convidou para ir para casa dela. Terminei aceitando o convite.

Foi tudo improvisado, mas mesmo assim foi muito bom.










segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Lucimar

Já conheci algumas poucas blogueiras. Umas cinco no máximo.
Este final de semana, foi a vez de conhecer a Lucimar, uma conterrânea que mora há anos no Rio de Janeiro. Veio passar uns dias de férias aqui.
Nossa empatia foi instantânea.
Tivemos a oportunidade de dar um passeio rápido e batermos um trelele....rs.
Ganhei um leque muito lindo, dela.
Adorei conhece-la.
Vejam as fotos.



Olha o charme dela!!


O blog da Lucima é: A vida simplesmente como ela se apresenta.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Bolo de coco.

Uma das sobremesas da nossa festa de Natal tinha um bolo de coco, que achei lindo e delicioso.
Tem um trabalho artesanal com lâminas de coco. Para mim, uma obra de arte.
A autora chama-se Da. Terezinha, que já falei dela aqui, quando comprei um bolo de maçã, que também não fica muito a desejar na beleza e no sabor.
Da. Terezinha: fone (85) .3267.3318








segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Vatapá da minha avó.



Minha avó fazia alguns pratos muito gostosos. Entre eles estava o vatapá.
Depois que faleceu, fiquei com um dos livros de receitas dela.
Assim, vou dar aqui a receita do vatapá.
Vatapá da Vovozinha

4 côcos tirados o leite.
1 pedacinho de gengibre e 5 sementes de embiriba
alho, 1 cebola, 1 pimentão, um pouco de coentro, 1 pires de amendoim torrado. Todos passados no liquidificador com um pouco de leite de coco e depois passados na peneira.
A farinha vai pondo aos poucos na panela, molhada com o leite de coco.
Põe-se camarões e depois 2 postas de peixe fritos e um pouco esfarelados (graúdo).
Vai mexendo até ficar cozido.
Por fim, joga um pouco de azeite dendê.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Ano Novo, ainda.


Se existe "alguém" que recebe promessas é o ano novo.

Sempre fazemos votos de que tudo será melhor, diferente. Fazemos muitas promessas a nós mesmos, aos outros e a Deus. Parece que tudo vai mudar no ano que vem num passe de mágica.

Mas a realidade nua e crua é: O ano é novo, mas nós continuamos os mesmos. Não é novidade para ninguém que um ano novo, um carro novo, um companheiro novo, ou uma companheira nova, não tornam ninguém novo, nem diferente.

Doce ilusão!
Mudanças em nosso ser não dependem de calendário, mas de atitude, paciência e fé.

Se magoei alguém, não é a noite da virada que trará perdão e a reconciliação, mas a humilhação, o pedir perdão.

E isso não se anota na agenda.

A mudança de mente, operada por Deus em nós, não pode estar presa ao reveillon, ao "ano que vai nascer".

Afinal, dizem que no Brasil o ano só começa depois do carnaval. E não podemos esperar tudo isso para ter mudanças significativas em nossa vida.
Então, desejo a você um feliz ano novo, e adeus "homem" velho...

Mas, lembre-se, mudanças significativas podem acontecer a qualquer momento.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Cai no mundo e não sei voltar

Gostei dessa crônica escrita por Eduardo Galeno e concordo com muitas coisas escritas aqui. Vejam alguns trechos:

"O que acontece comigo é que não consigo andar pelo mundo pegando coisas e trocando-as pelo modelo seguinte só por que alguém adicionou uma nova função ou a diminuiu um pouco…

Não faz muito, com minha mulher, lavávamos as fraldas dos filhos, pendurávamos na corda junto com outras roupinhas, passávamos, dobrávamos e as preparávamos para que voltassem a serem sujadas.

E eles, nossos nenês, apenas cresceram e tiveram seus próprios filhos se encarregaram de atirar tudo fora, incluindo as fraldas. Se entregaram, inescrupulosamente, às descartáveis!
O mais provável é que o de agora esteja bem, isto não discuto. O que acontece é que não consigo trocar os instrumentos musicais uma vez por ano, o celular a cada três meses ou o monitor do computador por todas as novidades.
É mais! Se compravam para a vida dos que vinham depois! A gente herdava relógios de parede, jogos de copas, vasilhas e até bacias de louça.
Nos estão incomodando! Eu descobri! Fazem de propósito! Tudo se lasca, se gasta, se oxida, se quebra ou se consome em pouco tempo para que possamos trocar.
Nada se arruma. O obsoleto é de fábrica.

Tudo se joga fora, tudo se descarta e, entretanto, produzimos mais e mais e mais lixo. Outro dia, li que se produziu mais lixo nos últimos 40 anos que em toda a história da humanidade.

Troca-se de carro a cada ano, no máximo, por que, caso contrário, és um pobretão. Ainda que o carro que tenhas esteja em bom estado... E precisamos viver endividados, eternamente, para pagar o novo!!! Mas... por amor de Deus!

Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis; também o matrimônio e até a amizade são descartáveis. Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas.

Esta só é uma crônica que fala de fraldas e de celulares. Do contrário, se misturariam as coisas, teria que pensar seriamente em entregar à bruxa, como parte do pagamento de uma senhora com menos quilômetros e alguma função nova. Mas, como sou lento para transitar este mundo da reposição e corro o risco de que a bruxa me ganhe a mão e seja eu o entregue..."

Eduardo Galeano

* Jornalista e escritor uruguaio