quinta-feira, 26 de abril de 2012

Semana Santa

Nos feriados da Semana Santa passei, com minha familia, num hotel de praia perto daqui. Cerca de uns 50 km de distância. Chama-se Oceani Resort. Localizado em uma das mais belas praias do Ceará, o Porto das Dunas, possui uma boa infra-estrutura.
Fomos em torno de umas 15 pessoas da familia.
Reparem que quase toda decoração do hotel são peças de barro, inclusive as luminárias.
Tem tb uma lojinha e uma rendeira de pilros vendendo peças.







 Decoração na parede. Linda.

 Fim de tarde nessas redes é tudo de bom.
 Lojinha com artesanatos.
 Peças num móvel da recepção. Lindas.

Vejam a luminária, tb de barro.









segunda-feira, 23 de abril de 2012

Filhos são do mundo.

Filho é um ser que nos foi emprestado para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos,
de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem.
Isto mesmo !
Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.
Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo".

Filhos são do mundo...
(José Saramago)
Devemos criar os filhos para o mundo.
Torná-los autônomos, libertos, até de nossas ordens.
A partir de certa idade, só valem conselhos.
Especialistas ensinaram-nos a acreditar que só esta postura torna adulto aquele bebê que um dia levamos na barriga.
E a maioria de nós pais acredita e tenta fazer isso.
O que não nos impede de sofrer quando fazem escolhas diferentes daquelas que gostaríamos ou quando eles próprios sofrem pelas escolhas que recomendamos.

Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo!
Então, de quem são nossos filhos?
Eu acredito que são de Deus, mas com respeito aos ateus digamos que são deles próprios, donos de suas vidas,
porém, um tempo precisaram ser dependentes dos pais para crescerem, biológica, sociológica, psicológica e emocionalmente.
E o meu sentimento, a minha dedicação, o meu investimento?
Não deveriam retornar em sorrisos, orgulho, netos e amparo na velhice?
Pensar assim é entender os filhos como nossos e eles, não se esqueçam, são do mundo!
O problema é que meu coração já é deles.
É a mais concreta realidade.
Só resta a nós, mães e pais aproveitar todos os momentos possíveis ao lado das nossas 'crias', que mesmo sendo 'emprestadas' são a maior parte de nós !!!
"A vida é breve, mas cabe nela muito mais do que somos capazes de viver "

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Yasmin aniversariando

Gosto muito de festinhas de aniversários de crianças.
Yasmin, filha do meu sobrinho André, fez um aninho.
Para o convidado é muito bom chegar lá e encontrar tudo arrumado e bonito, mas sei do estresse dos pais para a realização da festinha.
Mas, valeu a pena, pois estava tudo muito bonito. A cor predominante foi rosa.
Mãe e filha estavam com os vestidos do mesmo tecido.
Não conheço nenhum pai mais "coruja" que o  André. Deve ter igual. Ele curte tudo dessa filha, sabe tudo sobre a menina. Dá gosto de ver a dedicação com a "Princesa", como chama.
Parabéns para os pais, André e Fernanda, pela festinha tão linda.
Agora, vamos as fotos.







 Claro que no bolo teria a coroa da Princesa! rs.


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Arrumação guarda-roupa - desapego

Pedi para minha amiga Márlia vir aqui em casa fazer uma avaliação de todas minhas roupas.
Identifico-me com o gosto dela, que é ligada em moda e vez por outra, faz cursos sobre o assunto.
Márlia tem também uma boutique de roupas e alguns acessórios.
Ela olhou cabide por cabide, deu muitas opiniões de como variar uma peça com outra, montou looks e claro que descartamos algumas peças.

Mas, no final fiquei muito satisfeita.
Acho que já disse, mais de uma vez, que adoro renovar.
Não me apego muito a coisas materiais. Se precisar descarto mesmo, sem dó nem piedade.

Tenho poucas coisas, mas tudo que tenho, uso.
Vejam o resultado dessa arrumação!


Irão para doação.
Essa é a Márlia.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Casamento Ana Luisa e João Paulo.

Fui a mais um casamento, desta vez da filha única de uma amiga de faculdade, a Ângela.
Fiquei muito lisonjeada com o convite, pois sei que ela convidou poucas amigas, dando prioridade aos convidados dos noivos. Afinal, a festa é deles.
As noivas são sempre muito lindas e Ana Luisa não fugia à regra.
Tudo maravilhoso e muito animado. 
Vocês poderão comprovar pelas fotos.


 Pai e filha
 Igreja lindíssima.



Fiquei encantada com a decoração.
Ângela e Ana Luisa.(mãe e filha)
A grande maioria das minhas roupas são em tecidos lisos, mas desta vez escolhi um dos raros vestidos estampados que tenho. Gostei porque sai da mesmice.
Decoração linda!!



Detalhes do buffet, que estava impecável.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Vende-se tudo


No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma
mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a
família voltaria a morar nos Estados Unidos. O cartaz dava o endereço
do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe, ao meu lado,
comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.

Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo
apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi
tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala
de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o
bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém
aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às
vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido
comentar que ali estava se vendendo uma estante. E convidava pra
subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu
sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam
meus móveis e minhas bugigangas.

Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu
lar, que a cada dia ficava mais nu. No penúltimo dia, ficamos só com o
colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão,
que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora
antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros.

Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que
aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material.

Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo.
Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas
para se usar, e não para se amar. Hoje me desfaço com facilidade de
objetos, enquanto que torna-se cada vez mais difícil me afastar de
pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que
estiveram presentes na minha vida.
Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos
Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile.
Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época
tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia
muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café
da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.

Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as
emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde.
Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de
leveza: " só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir," é
melhor refletir e começar a trabalhar o DESAPEGO JÁ!

Não são as coisas que possuímos ou compramos que representam riqueza
ou plenitude.
São as dádivas especiais que não tem preço, as pessoas que estão
próximas da gente e que nos amam, a saúde, os amigos que escolhemos, a
nossa fé e Paz de espírito.

Autoria: Martha Medeiros.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

David Coimbra

DAVID COIMBRA - O que querem os que vão morrer


"Os Cinco Maiores Arrependimentos à Beira da Morte é o título do livro escrito por uma enfermeira australiana que trata de pacientes em estado terminal. Li uma reportagem a respeito na Folha de S. Paulo. O título diz tudo: o livro relaciona os cinco maiores... enfim. A pergunta que a enfermeira fez aos seus pacientes foi: o que eles queriam ter feito na vida e não fizeram? As cinco respostas que mais apareceram foram as seguintes, pela ordem:

1. Ter vivido a vida que eu desejava, não a que os outros esperavam de mim.

2. Não ter trabalhado tanto.

3. Ter tido mais coragem de expressar meus sentimentos.

4. Ter estado mais perto dos meus amigos.

5. Ter me feito mais feliz.

Os desejos 1, 2 e 5 são da mesma natureza, assim como os 3 e 4. Poderiam ser acoplados. Restam, portanto, duas vontades básicas, duas ânsias que, por si, resumem tudo o que é importante para um ser humano: usufruir a vida e estar em harmonia com as outras pessoas.

O triste é que essas pessoas só perceberam o que era importante para elas quando estavam penduradas nas franjas da morte. Algo que faz lembrar os que iam morrer no 11 de Setembro. Refiro-me aos que, de um momento para outro, descobriram que lhes restava muito pouco tempo de existência – porque ficaram presos, sem perspectiva de saída, em um dos prédios em chamas, ou eram passageiros de um dos aviões sequestrados, prestes a se espatifar no solo ou na parede de uma torre.

Essas pessoas sabiam que iam morrer em questão de minutos. O que elas fizeram então? Tomaram do telefone celular, que todas tinham telefone celular, e ligaram para a pessoa que mais amavam. Não fizeram disposições testamentárias nem confissões. Disseram, quase todas, a mesma frase:

“Eu te amo”.

Dá a impressão de se tratar de uma formidável vitória do amor. Não é bem assim. Na verdade, o que as pessoas pretendiam com o gesto derradeiro das suas vidas era realizar o anseio que aflige todos os seres humanos desde que aprendem a pensar: alcançar a imortalidade. Ao gritar “eu te amo” para alguém, os que iam morrer queriam ficar imortalizados no coração e na memória dessa pessoa. Não se esqueça de que aquele que está morrendo agora sente tanto amor por você que lhe dedicou o último ato da sua vida.

Bem. Agora dá a impressão de que se trata de puro egoísmo. Também não é bem assim. Aqueles que buscaram a imortalidade gritando “eu te amo” ao morrer e os que se arrependeram de não ter dito mais “eu te amo” enquanto viviam compreenderam, no último instante, que qualquer coisa que se vá realizar, durante a vida, só pode ser realizada com as outras pessoas.

Seja por egoísmo vão, seja por amor abnegado, seja por prazer vulgar, seja pelo que for, as pessoas só se realizam com as outras pessoas. Pena que, muitas vezes, essa verdade só apareça quando é tarde demais".

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Casamento Clarissa e Ismael.

Desta vez, fui a mais um casamento da filha de uma grande amiga de faculdade.
Nos falamos ao telefone, quase todos os dias. Ela também é minha companheira nas viagens internacionais: a Graça.
O que me chamou mais atenção, no casamento, foi que, em torno de 70% dos convidados, eram pessoas jovens, amigos dos noivos: Clarissa e Ismael.
Deu gosto de ver, essa juventude tão linda, tão feliz e tão animada.
A festa foi divina!!. 
Preciso dizer que o casal é lindo? Acho que não.  Vocês verão pelas fotos.

Pais da noiva

Sem palavras !!




Tudo perfeito!!