segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Minha esposa não trabalha

Conversa entre um marido (H) e um psicólogo (P):


P: O que o Sr. faz da vida, Sr. Bandy?
H: Eu trabalho como contador em um banco.



P: E sua esposa?
H: Ela não trabalha. Ela é apenas uma dona de casa.



P: Quem faz o café da manhã para sua família?
H: Minha esposa, já que ela não trabalha…



P: Que horas sua esposa costuma acordar?
H: Ela acorda bem cedo, pois precisa se organizar antes de poder sentar para tomar seu próprio café da manhã. Põe a mesa, arruma o lanche para a escola das crianças; verifica se elas estão bem vestidas e penteadas, se tomaram seu café direito, se escovaram os dentes e se pegaram todo seu material de escola.



P: Como é que os seus filhos vão à escola?
H: Minha esposa os leva para a escola, já que ela não trabalha.



P: Depois de levar seus filhos para a escola, o que ela faz?
H: Ela costuma aproveitar para resolver alguma coisa na rua, como pagar contas ou dar uma passada no supermercado. Depois, volta para casa a tempo de fazer o almoço. Serve a mesa, arruma a cozinha e depois vai cuidar da roupa – lavar ou passar – e da limpeza da casa. Você sabe, ela não trabalha…



P: À noite, depois de voltar para casa do escritório, o que o Sr. faz?
H: Descanso, é claro, pois eu fico muito cansado, após ter trabalhado o dia inteiro no banco.



P: E o que a sua esposa faz à noite?
H: Ela arruma a janta, serve os nossos filhos e a mim, lava a louça, dá mais uma organizada na casa. Depois, ajuda as crianças a se aprontarem para dormir, dá o leite quente que eles gostam de beber, confere se escovaram os dentes…



A rotina diária de várias mulheres pelo mundo inteiro inicia-se de manhã e segue até tarde da noite… Isso é chamado de “não trabalha” ??!!
Ser Dona de Casa não exige diplomas, mas tem um papel fundamental na vida da família! Desfrutem e valorizem suas esposas, porque seus sacrifícios são incontáveis!

Alguém perguntou a ela: “Você é uma mulher que trabalha ou é só ‘dona de casa’?
Ela respondeu:
“Eu trabalho como esposa do lar, 24 horas por dia… Eu sou uma mãe, Eu sou uma mulher, Eu sou uma filha…
Eu sou o despertador, sou a cozinheira, sou a empregada doméstica. Eu sou a professora, o garçom, a babá, a enfermeira.
Eu sou uma trabalhadora braçal, sou a agente de segurança. Eu sou a conselheira, eu sou o edredom…
Eu não tenho feriados, não tenho licença por doença, não tenho dia de folga… Eu trabalho dia e noite, estou de plantão o tempo todo. Não recebo salário e… Ainda escuto a frase: ‘Mas o que você faz o dia inteiro’?”



Mulher é como sal: sua presença nunca é lembrada, mas sua ausência faz todas as coisas ficarem sem sabor! Dedicado a todos as mulheres que dão suas vidas pelo bem estar de suas famílias.

Autor Desconhecido.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Nova Praça

Na avenida onde moro, tem uma praça, antes conhecida como Praça das Flores.
Construída nos anos 80, passou mais de 20 anos sem uma boa reforma.
Finalmente, o atual prefeito remodelou todo o ambiente (cerca de 11 mil m²) e em maio deste ano fez sua reinauguração.
Ficou muito mais bonita, com nova iluminação, banheiros, banca de revista, acessibilidade, quadra poliesportiva, um playground, uma academia ao ar livre e mais vegetação.

Atualmente, cerca de 70% da praça tem cobertura vegetal.
Mudaram o nome para Praça Dr. Carlos Alberto Studart Gomes, em homenagem ao pai de um grande empresário de Fortaleza (Beto Studart), que agora é o responsável por sua manutenção.
Vale a pena frequentar a nova praça.

















Amei e vocês?

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Meu domingo


Meu plano era passar o domingo bem tranquilo em casa e fazer um almoço mais caprichado.
Mas, no sábado à tarde, recebi um convite irrecusável para passar o dia no sítio do cunhado.
Lá é um pedacinho do céu. Gosto demais.
Além da companhia do marido e minha mãe, ainda tive a companhia de uma amiga muito querida e seu noivo.
A única coisa ruim é que se come demais. Muita fartura e tudo delicioso.  
Resultado: no dia seguinte a balança já acusa um pesinho a mais.
Para vocês terem uma ideia, vejam as fotos.





 No centro, o casal amigo.
 Final da tarde, mais guloseimas


segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Doce de banana

Tinham muitas bananas maduras querendo estragar, aqui em casa.
Resolvi fazer um doce de banana em rodelas.

Lembrei da minha avó fazendo esta receita, quando era pequena.
O cheiro do doce no fogo remete a minha infância.
Ele ficava bem vermelhinho e era o doce preferido de todos de casa.
Tudo que tem banana na receita, gosto.

Dai, pesquisei na internet, a receita.
Observei que o segredo é deixar o fogo bem baixinho. O máximo que poder.
E também demora umas duas horas.

Não ficou igual ao da minha avó, mas chegou perto.
Acredito que na próxima fez, fique bem melhor.
A pratica vai nos aprimorando, não é mesmo?


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Privilegio de ser filha

"Sou infinitamente grata a Deus pela graça de ser mãe de três lindos filhos, mas hoje quero falar do privilégio de ser filha da minha mãe.


Sempre fui amada por uma mãe que soube me amar sem me possuir. Senti o poder do amor que protege mas deixa ir. Ela me dizia: "O barco está seguro no porto, mas não foi feito para isso".
Com ela aprendi que o amor não sufoca, liberta; e que liberdade nada tem a ver com ausência de regras. Pude experimentar o amor que hora dizia sim, hora dizia não; dava afeto e dava "carão". Aprendi que o silêncio muitas vezes fala mais alto que qualquer discussão e que nada melhor que o diálogo para fortalecer a relação; que o amor não cobra amor. O amor não obriga; contagia. O amor é grato por natureza.
Aprendi que muitas vezes a melhor instrução é deixar cair. Que há hora para direcionar e hora para deixar o filho decidir. Aprendi que responsabilidade é tão importante quanto diversão. Que o amor, ao mesmo tempo, educa e alegra. Com minha mãe aprendi o quanto é importante para o filho ver a mãe sorrir e que firmeza não tem a ver com grito ou agressão, mas sim com clareza de posição.
Aprendi que não há nada mais prazeroso que a ternura de um abraço de mãe e nada mais acolhedor do que o seu olhar protetor. Aprendi que amor de mãe independe do amor do filho. Amor de mãe insiste, persiste e não desiste. Aprendi com ela o valor da adaptação. Para toda mudança de cenário, o segredo é olhar para frente e apreciar a nova direção. Todo problema deve ser considerado, mas nunca superdimensionado. Aprendi que ser mãe não é só alegria. Que quanto mais ama, mais se desafia.
Aprendi que por mais fortes que sejam as mães, elas choram, nem que somente de vez em quando ou escondidas no banheiro. Elas também têm medos, decepções, cansaço e frustrações. Aprendi também que mesmo quando estão "aos pedaços", se dividem ainda mais para se doarem aos seus. Como minha mãe uma vez me escreveu: "Isto é o verdadeiro amor, aquele infinito e único amor que vem de Deus. O amor que exige um esvaziamento de si. O amor que dá a vida pelos outros e pelos seus".
E de todos os aprendizados que ela me ensinou, o mais essencial é que podemos tudo perder, mas que nunca devemos perder a fé. Por mais estranho que às vezes Deus possa parecer, é a Ele que devemos recorrer. É para Sua luz que devemos olhar. Aprendi que Sua Lei devemos cumprir, e sua lei é amar!
Mãe, que Deus me capacite a amar meus filhos como você me amou. Muito obrigada pelo seu amor, às vezes nem acredito que minha mãe é você. Indescritível privilégio é ser sua filha. Amo você com todo meu ser!"
Texto de Marília Fiuza fez para sua mãe.
(Fortaleza-CE)

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Antes do dia partir

O que valeu a pena hoje?
Sempre tem alguma coisa. Um telefonema. Um filme…
Paulo Mendes Campos, em uma de suas crônicas reunidas no livro “O Amor Acaba”, diz que devemos nos empenhar em não deixar o dia partir inutilmente.
Eu tenho, há anos, isso como lema.
É pieguice, mas antes de dormir, quando o dia que passou está dando o prefixo e saindo do ar, eu penso: o que valeu a pena hoje? Sempre tem alguma coisa.
Uma proposta de trabalho. Um telefonema. Um filme. Um corte de cabelo que deu certo.
Até uma briga pode ter sido útil, caso tenha iluminado o que andava escuro dentro da gente.
Já para algumas pessoas, ganhar o dia é ganhar mesmo:
ganhar um aumento, ganhar na loteria, ganhar um pedido de casamento, ganhar uma licitação, ganhar uma partida.
Mas para quem valoriza apenas as megavitórias, sobram centenas de outros dias em que, aparentemente, nada acontece, e geralmente são essas pessoas que vivem dizendo que a vida não é boa, e seguem cultivando sua angústia existencial com carinho e uísque, mesmo já tendo seu superapartamento, sua bela esposa, seu carro do ano e um salário aditivado.
Nas últimas semanas, meus dias foram salvos por detalhes.
Uma segunda-feira valeu por um programa de rádio que fez um tributo aos Beatles e que me arrepiou, me transportou para uma época legal da vida, me fez querer dividir aquele momento com pessoas que são importantes pra mim.
Na terça, meu dia não foi em vão porque uma pessoa que amo muito recebeu um diagnóstico positivo de uma doença que poderia ser mais séria.
Na quarta, o dia foi ganho porque o aluno de uma escola me pediu para tirar uma foto com ele.
Na quinta, uma amiga que eu não via há meses ligou me convidando para almoçar.
Na sexta, o dia não partiu inutilmente, só por causa de um cachorro-quente.
E assim correm os dias, presenteando a gente com uma música, um crepúsculo, um instante especial que acaba compensando 24 horas banais.
Claro que tem dias que não servem pra nada, dias em que ninguém nos surpreende, o trabalho não rende e as horas se arrastam melancólicas, sem falar naqueles dias em que tudo dá errado: batemos o carro, perdemos um cliente e o encontro da noite é desmarcado.
Pois estou pra dizer que até a tristeza pode tornar um dia especial, só que não ficaremos sabendo disso na hora, e sim lá adiante, naquele lugar chamado futuro, onde tudo se justifica.
É muita condescendência com o cotidiano, eu sei, mas não deixar o dia de hoje partir inutilmente é o único meio de a gente aguardar com entusiasmo o dia de amanhã…"


Mais um texto da Martha Medeiros que gostei.
E vocês?

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Arroz de camarão


Como já falei, só em alguns finais de semana, que vou para cozinha preparar algo.
Desta ultima vez, preparei um arroz com camarão.
Nunca tinha feito, mas procurei na internet algumas receitas e a mais simples foi a que segui.
Modéstia à parte, ficou uma delícia.
Para completar a filhota fez uma sobremesa com morangos e chocolate que selou com chave de ouro nosso almoço.
Pena que esqueci de tirar foto da sobremesa.
Quando morava com meus pais, lembro que o preparo do almoço era a manhã toda.
Preparavam muitos pratos variados.
Ainda bem que hoje, basta um prato e um acompanhamento e já resolve.
Simplificar sempre, este é o meu lema.
É simples e rápido preparar um almoço.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Ser seu amigo


Como de costume, quando leio um texto que gosto, penso em repassar aqui.
Vejam este do Vinícius de Moraes, nosso eterno poetinha.
Sobre amigos.


"Se eu morrer antes de você, faça-me um favor.
Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me.
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam.
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo.
Se falarem mais de mim do que de Jesus Cristo, chame a atenção deles.
Se sentir saudade e quiser falar comigo, fale com Jesus e eu ouvirei.
Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase : ' Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus !'
Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxuga-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu.
Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus.
Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele.
E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele.
Você acredita nessas coisas ? Sim???
Então ore para que nós dois vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Eu não vou estranhar o céu . . . Sabe porque ?
Porque... Ser seu amigo já é um pedaço dele."

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Arrumando armários

Resolvi dar uma arrumada geral nos armários e gavetas de casa.
Comecei pelo meu quarto.
E sempre há descartes. Isso eu gosto muito.

A secretaria só vem duas vezes por semana, mas nessa semana não apareceu.
Fiz toda arrumação sozinha. Cada dia um pouco.
Como me cansei!!

Minha satisfação é ver tudo em ordem.
Sempre gostei de ter a casa limpa e arrumada.
Por incrível que pareça, mas tenho gavetas desocupadas.
Quero ficar só com o que uso e ter só o essencial.
Acima, gavetas desocupadas.
Valeu a pena ver tudo organizado.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Admitir o fracasso

Ganhei um livro da Martha Medeiros.
Alguns textos tenho gostado muito.
Entre eles, este abaixo.

"Eu estava dentro do carro em frente à escola da minha filha, aguardando a aula dela terminar. A rua é bastante congestionada no final da manhã. Foi então que uma mulher chegou e começou a manobrar para estacionar o seu carro numa vaga ainda livre. Reparei que seu carro era grande para o tamanho da vaga, mas, vá saber, talvez ela fosse craque em baliza.

Tentou entrar de ré, não conseguiu. Tentou de novo, e de novo não conseguiu. E de novo. E de novo. Por pouco não raspou a lataria do carro da frente, e deu umas batidinhas no de trás que eu vi. Não fazia calor, mas ela suava, passava a mão na testa, ou seja, estava entregando a alma para tentar acomodar sua caminhonete numa vaga que, visivelmente, não servia. Ou, se servisse, haveria de deixá-la entalada e com muita dificuldade de sair dali depois. Pensei: como é difícil admitir um fracasso e partir para outra.

Para quem está de fora, é mais fácil perceber quando uma insistência vai dar em nada – e já não estou falando apenas em estacionar carros em vagas minúsculas, mas em situações variadas em que o “de novo, de novo, de novo” só consegue fazer com que a pessoa perca tempo. Tudo conspira contra, mas a criatura teima na perseguição do seu intento, pois não é do seu feitio fracassar.

Ora, seria do feitio de quem?

Todas as nossas iniciativas pressupõem um resultado favorável. Ninguém entra de antemão numa fria: acreditamos que nossas atitudes serão compreendidas, que nosso trabalho trará bom resultado, que nossos esforços serão valorizados. Só que às vezes não são. E nem é por maldade alheia, simplesmente a gente dimensionou mal o tamanho do desafio. Achamos que daríamos conta, e não demos. Tentamos, e não rolou. “De novo!”, ordenamos a nós mesmos – e, ok, até vale insistir um pouquinho.

Só que nada. Outra vez, e nada. Até quando perseverar? No fundo, intuímos rapidinho que algo não vai dar certo, mas é incômodo reconhecer um fracasso, ainda mais hoje em dia, em que o sucesso anda sendo superfaturado por todo mundo. Só eu vou me dar mal? Nada disso. De novo!

De-sis-ta. É a melhor coisa que se pode fazer quando não se consegue encaixar um sonho em um lugar determinado. Se nada de positivo vem desse empenho todo, reconheça: você fez uma escolha errada.
Aprender alemão talvez não seja para sua cachola. Entrar naquela saia vai ser impossível. Seu namorado não vai deixar de ser mulherengo, está no genoma dele. Você irá partir para a oitava tentativa de fertilização?

Adote. E em vez de alemão, tente aprender espanhol. Troque a saia apertada por um vestido soltinho. Invista em alguém que enxergue a vida do seu mesmo modo, que tenha afinidades com seu jeito de ser.
Admitir um fracasso não é o fim do mundo. É apenas a oportunidade que você se dá de estacionar seu carro numa vaga mais fácil e que está logo ali em frente, disponível."

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Esculturas em mármore

Dá para acreditar que esses véus não são de tecidos?
Acreditem que são esculturas em mármore.
“A virgem velada” é uma das mais impressionantes que eu já vi na vida, é do artista italiano Giovanni Strazza.

Pensa no grau épico de dificuldade de modelar um véu sobre um rosto num material que está entre os mais duros do planeta, o mármore (mineral de dureza 3). Dizem que para esculpir uma figura, você pega o bloco e “simplesmente tira tudo que não é a figura dele”.Pensa no nível de dificuldade de esculpir isso aqui sem quebrar:
rte superior do formulário

Este é um monumento “A liberdade do feitiço” de Franschesko Kvirolo e é a mais famosa de suas obras, pela habilidade em fazer esta rede.
Toda feita em uma única peça de mármore e pedra-pomes.
Ele foi o único mestre napolitano que aceitou o desafio.
Outros grandes escultores amarelaram, acreditando que a rede iria quebrar em pedaços.
Parte inferior do formulário

E que tal essa textura de pele, de Lorenzo Berdini, que retrata o sequestro de Perséfone? O cara tinha só 23 anos de idade quando a fez, em 1621.
Impressionante!!

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Jardineira da sala


Não sei vocês, mas adoro ter minha casa toda em ordem.
Não gosto de ter nada quebrado, também.
Ainda bem que o marido comunga da mesma opinião e me ajuda.

Depois de todos os armários da casa arrumados, é a vez de ajeitar a jardineira da sala.
Infelizmente, por morar em apartamento, sem varanda, só me resta uma jardineira grande e mais dois jarrinhos dentro de casa.

Antes, tinha areia dentro da jardineira, mas começaram a surgir problemas no condomínio e o síndico pediu para usarmos plantas em jarros, somente, uma vez que as raízes estavam entranhando nas tubulações e dando problemas.

Já dei uma ajeitada nela um tempo desses, mas sabe quando a gente vê que as plantas já estão na mesma mesmice, sem viço, sem graça e a terra já muito lavada!!
Era assim que estava achando.

Renovei as plantas, mudando a areia/adubos.
Agora é dar tempo para elas crescerem mais e  ficarem com mais viço e consequentemente, bonitas.

Antes minhas plantinhas estavam assim:




 Agora estão assim:



 
Olhe quem curte também as plantinhas....rs.